Close Menu
Sol 87FM
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Sol 87FM domingo, 18 janeiro
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    Empresária reclama de ter sido enganada ao tentar comprar em açougue, e vídeo viraliza: ‘Eu não pedi maminha’

    janeiro 18, 2026

    ‘Estou desolada’, lamenta viúva de preparador do Águia de Marabá morto em acidente no Tocantins

    janeiro 18, 2026

    Motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano no TO segue à espera de audiência na Justiça para receber indenização

    janeiro 18, 2026

    VÍDEO: Jornal Anhanguera 2ª Edição-TO deste sábado, 17 de janeiro de 2026

    janeiro 17, 2026

    Maria Bethânia grava o show dos 60 anos de carreira, no fim da turnê no Rio, com cortes no roteiro audacioso

    janeiro 18, 2026

    Simplicidade de Marília Mendonça é o trunfo do inédito single póstumo ‘Você me fez odiar o Carnaval’

    janeiro 17, 2026

    ‘Mixturada’ foliã de Carlinhos Brown é reciclada com batidas do DJ Deeplick no linear álbum ‘EletroCarnaBrown’

    janeiro 17, 2026

    ‘Revolta do Roblox’ se divide em protestos a favor e contra Felca; g1 cobriu manifestações

    janeiro 17, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Empresária reclama de ter sido enganada ao tentar comprar em açougue, e vídeo viraliza: ‘Eu não pedi maminha’

    janeiro 18, 2026

    Maria Bethânia grava o show dos 60 anos de carreira, no fim da turnê no Rio, com cortes no roteiro audacioso

    janeiro 18, 2026

    ‘Estou desolada’, lamenta viúva de preparador do Águia de Marabá morto em acidente no Tocantins

    janeiro 18, 2026

    Motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano no TO segue à espera de audiência na Justiça para receber indenização

    janeiro 18, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Sol 87FM
Home»Entretenimento»Mônica Salmaso lapida ouros achados para prestar senhora homenagem a Elizeth Cardoso em show divino no Rio
Entretenimento

Mônica Salmaso lapida ouros achados para prestar senhora homenagem a Elizeth Cardoso em show divino no Rio

maio 15, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Mônica Salmaso apresenta o show ‘Senhora das canções – Uma homenagem a Elizeth Cardoso’ no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro
Acervo pessoal Marcelo Castello Branco
♫ OPINIÃO SOBRE SHOW
Título: Senhora das canções – Uma homenagem a Elizeth Cardoso
Artista: Mônica Salmaso
Data e local: 13 de maio de 2025 no Teatro Ipanema (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Pode um show em homenagem a Elizeth Cardoso ser feito sem o samba Barracão (Luís Antonio e Oldemar Magalhães, 1953), sem o choro Doce de coco (Jacob do Bandolim e Hermínio Bello de Carvalho, 1968), sem o samba-canção Meiga presença (Paulo Valdez e Otávio de Morais, 1966) e sem Canção de amor (Chocolate e Elano de Paula, 1950)?!
Pode, se for um show de Mônica Salmaso, senhora cantora que, além da voz lapidar, tem a habilidade de garimpar joias do cancioneiro popular do Brasil.
No show Senhora das canções – Uma homenagem a Elizeth Cardoso, atração do projeto Terças no Ipanema neste mês de maio de 2025, Salmaso lapida – como ela mesma contou ao público que lotou o Teatro Ipanema na noite de ontem, 13 de maio – “ouros achados” na pesquisa de repertório para tributo idealizado para celebrar em 2020 na Casa do Choro, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o centenário de nascimento de Elizete Moreira Cardoso (16 de julho de 1920 – 7 de maio de 1990), divina cantora carioca que marcou época na música brasileira a partir dos anos 1950.
O isolamento social imposto pela pandemia de covid-19 fez com que o show estreasse de forma virtual antes de ganhar, a partir de 2021, algumas poucas apresentações presenciais. Em cartaz desde janeiro, com curadoria de Flavia Souza Lima, o projeto Terças no Ipanema dá ao público carioca mais uma oportunidade de ver o show criado há cinco anos.
No palco do Teatro Ipanema, diante de plateia que abrigava artistas como Joyce Moreno e Olivia Hime, Senhora das canções – Uma homenagem a Elizeth Cardoso se confirmou show de valor atemporal. Em estado de graça, Mônica Salmaso desfiou rosário de pérolas raras com os toques de sexteto de virtuoses que juntou, no mesmo palco, Aquiles Moraes (trompete e flugelhorn), Luciana Rabello (cavaquinho), Marcus Thadeu (percussão), Mauricio Carrilho (violão de sete cordas), Paulino Dias (percussão) e Paulo Aragão (violão, arranjos e direção musical).
Com esse super grupo, Salmaso reanimou em cena a alma lírica brasileira que move o repertório dessa excepcional cantora paulistana. A mesma alma entranhada no repertório gravado por Elizeth Cardoso ao longo de 54 anos de carreira iniciada em 1936 e concluída em 1990 quando um câncer calou, aos 70 anos, aquela voz de contralto de afinação e emissão referenciais.
Aberto com Lembre-se (Moacir Santos e Vinicius de Moraes, 1959), choro-canção gravado por Elizeth em 1963 em songbook com músicas de Vinicius de Moraes (1913 – 1980), o roteiro enfileirou surpresas como Valsa sem nome (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1963) – apresentada por Elizeth no mesmo songbook de 1963 em que cantou Lembre-se – e o samba Seresteiro (Zé Ketti, Raul Moreno e Renato Lima), gravado por Elizeth Cardoso em 1954, com aparato orquestral, em single de 78 rotações.
No show, Salmaso cantou o samba Seresteiro com sonoridade que remeteu aos conjuntos regionais da era pré-bossa nova, em clima mais coerente com os versos dolentes do samba.
Pela exuberante técnica vocal, Elizeth Cardoso era cantora vocacionada para domar músicas difíceis como Noturno em tempo de samba (Custódio Mesquita e Evaldo Ruy, 1944), encarada por Salmaso no tributo com a mesma categoria e tarimba vocal.
Os arranjos de Paulo Aragão se afinaram com o espírito de cada música. Violão vadio (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1970) tinha mesmo que ser cantada por Salmaso somente com o som das sete cordas do violão de Maurício Carrilho – assim como o Poema dos olhos da amada (Paulo Soledade e Vinicius de Moraes, 1954) teve o canto solene realçado pelo sopro pungente de Aquiles Moraes em número que arrancou aplausos especialmente entusiásticos do público.
Salmaso tem tanta intimidade com a alma lírica desse repertório que descerrou Janelas abertas (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958) com ares de um samba-canção de Cartola (1908 – 1980) – porque Salmaso sente Cartola na arquitetura da música, como explicou em cena – e cantou Sei lá, Mangueira (Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho, 1968) com especial vibração, sob iluminação verde e rosa, como se mangueirense fosse.
Embora tenha aberto no roteiro o que caracterizou como “janelas”, para cantar músicas de Maurício Carrilho e Luciana Rabello nunca gravadas por Elizeth, Salmaso jamais traiu o espírito da Divina nessas incursões por repertórios alheios. E ainda se deu ao luxo de apresentar a única e pouco conhecida composição de autoria de Elizeth, Se as estrelas falassem (1973), lançada por Pery Ribeiro (1937 – 2011) e somente regravada em 2002 por Zezé Gonzaga (1926 – 2008) com o título reduzido para Estrelas.
Fechado com samba raro lançado por Elizeth em 1950, A mentira acaba (Rui de Almeida e Arnô Provenzano), o roteiro abarcou dois sambas apresentados por outra cantora da era do rádio, a paulistana Isaura Garcia (1923 – 1993), de cujo repertório Salmaso pescou as pérolas Deixa pra lá (Augusto Mesquita e Jayme Florence, o Meira) e Incidente (Horondino Silva e Del Loro, 1945). Deixa pra lá, em especial, resultou aliciante no bis pela cadência serelepe.
Tais puladas de cerca jamais empanaram o brilho e o conceito da senhora homenagem prestada por Mônica Salmaso a Elizeth Cardoso neste show tão divino que ninguém sentiu falta de Canção de amor, de Meiga presença ou de Barracão…

Fonte: G1 Entretenimento

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

Maria Bethânia grava o show dos 60 anos de carreira, no fim da turnê no Rio, com cortes no roteiro audacioso

janeiro 18, 20260 Visitas

Simplicidade de Marília Mendonça é o trunfo do inédito single póstumo ‘Você me fez odiar o Carnaval’

janeiro 17, 20260 Visitas

‘Mixturada’ foliã de Carlinhos Brown é reciclada com batidas do DJ Deeplick no linear álbum ‘EletroCarnaBrown’

janeiro 17, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

Veja outros looks polêmicos de Bianca Censori, esposa de Kanye West que apareceu nua no Grammy 2025

fevereiro 4, 202566 Visitas

Mulher desiste de acusar Jay-Z por estupro, diz revista

fevereiro 15, 202556 Visitas

Adolescente e jovem de 23 anos são suspeitos de vender drogas próximo de delegacia e escola, diz polícia

dezembro 28, 202448 Visitas

Médico é suspeito de invadir carro e agredir delegado aposentado durante confusão no trânsito

setembro 19, 202437 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.