Close Menu
Sol 87FM
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Sol 87FM quinta-feira, 25 junho
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    BRK Ambiental terá que devolver valores após Justiça declarar nulidade da cobrança de taxa de ligação de água no TO

    junho 24, 2026

    Onda de furtos no centro de Palmas preocupa comerciantes

    junho 24, 2026

    Dira Paes mostra cidade cenográfica inspirada em Palmas e chama cenário de ‘perfeição’; veja vídeo

    junho 24, 2026

    Aeronave faz pouso de emergência após avião perder potência durante voo

    junho 24, 2026

    Anna Ratto canta Tribalistas no fecho de ciclo de tributos a Arnaldo Antunes

    junho 25, 2026

    Rod Stewart, atores de Bebê Rena e Outlander: famosos torcem pela Escócia nas redes

    junho 24, 2026

    Atriz escocesa que fez Nebulosa da Marvel fica presa no trânsito, sai correndo, chega ao jogo e vê Brasil vencer Escócia

    junho 24, 2026

    Virginia comemora gols de Vini Jr. e vaia lance anulado pelo VAR

    junho 24, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Anna Ratto canta Tribalistas no fecho de ciclo de tributos a Arnaldo Antunes

    junho 25, 2026

    BRK Ambiental terá que devolver valores após Justiça declarar nulidade da cobrança de taxa de ligação de água no TO

    junho 24, 2026

    Rod Stewart, atores de Bebê Rena e Outlander: famosos torcem pela Escócia nas redes

    junho 24, 2026

    Atriz escocesa que fez Nebulosa da Marvel fica presa no trânsito, sai correndo, chega ao jogo e vê Brasil vencer Escócia

    junho 24, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Sol 87FM
Home»Entretenimento»Katy Perry diz que é caro levar ‘todo o palco’ para América do Sul; entenda por que isso acontece
Entretenimento

Katy Perry diz que é caro levar ‘todo o palco’ para América do Sul; entenda por que isso acontece

setembro 12, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Entenda por que artistas gringos trazem shows mais simples ao Brasil
Em um show em Buenos Aires na última terça (9), Katy Perry disse que foi aconselhada a não vir para a América do Sul porque seria “muito caro”. A cantora está fazendo uma série de apresentações no Chile, Argentina e vem ao Brasil, mas trouxe uma estrutura mais enxuta da “Lifetimes Tour” para o continente.
“‘Katy, você sabe… artistas pop não vão para a América do Sul. É muito caro. Você não pode trazer todo o seu palco, você vai perder dinheiro’. E eu disse: ‘De que isso importa? Meus maiores fãs estão na América do Sul’”, afirmou.
A artista foi criticada por alguns fãs por trazer um show mais simples para o continente, já que a estrutura original era elaborada, com voos pela arena e vários telões. Mas o caso de Katy não é isolado: questões de logística, infraestrutura e até legislação podem influenciar essa decisão. Entenda por que artistas gringos trazem shows mais simples para o Brasil:
Por que turnê de Katy Perry tem sido ‘azarada’ e o que esperar do show no The Town
Como isso é definido?
O g1 ouviu profissionais do mercado de shows, que explicaram como funciona a negociação da estrutura de shows. Segundo eles:
Quem define a estrutura trazida, geralmente, é o artista, e isso sai do bolso dele;
Os aparatos que vêm para cá e quais serão fornecidos são previstos em contrato;
Variáveis como o retorno financeiro, o transporte, viabilidade técnica, proposta artística – tudo isso influencia a decisão;
Um problema no Brasil e na América do Sul? A distância… e as estradas;
Há alternativas para garantir a viabilidade do show com opções mais enxutas;
Mas geralmente, se não for possível trazer uma parte importante da estrutura, a tendência é que os artistas (e as promotoras) decidam não trazer o show.
É caro trazer um show para cá?
Katy Perry se apresenta no Rock in Rio 2024
Stephanie Rodrigues/g1
Os profissionais entrevistados pelo g1 afirmaram que, na maior parte das vezes, cabe ao artista decidir a estrutura que será trazida ao Brasil.
Um entrevistado de uma produtora internacional corrobora com a fala de Katy e argumenta que a logística deixa tudo mais caro. “Estamos longe de todo mundo. É um custo alto chegar ao continente. E depois, quando chegam aqui, as estradas são raras ou ruins”, explica. Por isso, trazer aparatos dos shows à América do Sul – e transportá-los entre diferentes lugares – é uma operação complexa e cara.
Além dos gastos, há uma questão de tempo. “Dependendo dos itens que artistas do pop querem trazer, precisa ser de navio, algo demorado, algo caro, que não vale a pena”, diz outro entrevistado. Isso dificulta a agenda da turnê, e pode até impossibilitar o show.
Essa decisão também depende do investimento (ou prejuízo) que o artista está disposto a ter. “Ele define o que ele quer trazer, o que ele quer produzir localmente. De certa maneira, sai do custo dele. Sai do artista, e entra no resultado do show.”
Não é um cálculo tão simples: do valor do show, é preciso tirar impostos, salário de agentes e outras despesas. A infraestrutura de todo o show também é “paga” pelo artista.
Pode ser que não compense para o artista e que ele fique no prejuízo ao trazer tudo – e aí, pode até deixar de vir ao Brasil, já que isso afeta quase inteiramente o show planejado. Por outro lado, ele pode optar por trazer a estrutura em uma versão mais enxuta, só para não deixar de vir. É o caso de Katy.
Estrutura da ‘Lifetimes Tour’ na América do Norte (esquerda) e na América do Sul (direita)
Reprodução/X
E em festivais?
Se para shows solo já é difícil, trazer a estrutura completa para festivais é praticamente impossível. Muitas vezes, é justamente a economia na produção que compensa a vinda, já que o evento fornece sua própria estrutura “básica”.
“Quando o festival faz uma oferta para um determinado artista, já envia o rider, ou seja, aquilo que o festival oferece. Se o artista quiser algo além do que ele oferece, inicia-se um diálogo para ver o que dá para atender e quem será responsável por isso. No fim, todos tem que se adaptar um pouco”, conta Marcelo Beraldo, diretor artístico do Lollapalooza.
Toda a estrutura oferecida é negociada dependendo do tamanho do artista. “Se ele diz que precisa de um pouco mais disso ou daquilo, a gente vai tentando atender dentro do possível. E eu digo dentro do possível porque tem coisas que nem têm na América do Sul. Nesse caso, o artista pode arranjar ou abrir mão, e o festival também pode ir atrás, tudo depende dessa negociação”.
Segundo Beraldo, geralmente, a regra é que a estrutura do headliner não pode ser utilizada por outros artistas do mesmo palco. “As estruturas extras, em geral, são desenhadas e montadas especificamente para determinado show”, explica.
Katy Perry se apresenta no Rock in Rio 2024
Stephanie Rodrigues/g1
O Brasil compensa
Especialistas argumentam que, apesar de todas as questões de logística, às vezes artistas decidem investir no Brasil mesmo podendo sair no prejuízo. Afinal, o show também é uma ferramenta de marketing – especialmente eficaz no caso do nosso país.
Nos últimos anos, o país passou a ser reconhecido como uma máquina de engajamento e favoreceu o investimento em grandes shows no Brasil. Mesmo caso não renda lucro, um show bem feito por aqui rende boa publicidade nas redes e fortalece a relação dos artistas com seus fãs.
Como a própria Katy disse, ela tem uma base leal de fãs na América do Sul, que a apoiou mesmo durante momentos complicados na carreira. Por isso, valorizar esse público é um movimento essencial para ela.
“Nosso negócio é hoje em dia completamente internacional. A América do Sul já entrou dentro do que é a estrada de turnês. E a América do Sul em geral, e obviamente Brasil por seu tamanho, proporcionalmente gera muito mais streams em Spotify que outros mercados. Então, é fundamental para qualquer artista vir para cá”, conta um produtor de shows.

Fonte: G1 Entretenimento

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

Anna Ratto canta Tribalistas no fecho de ciclo de tributos a Arnaldo Antunes

junho 25, 20260 Visitas

Rod Stewart, atores de Bebê Rena e Outlander: famosos torcem pela Escócia nas redes

junho 24, 20260 Visitas

Atriz escocesa que fez Nebulosa da Marvel fica presa no trânsito, sai correndo, chega ao jogo e vê Brasil vencer Escócia

junho 24, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

Veja outros looks polêmicos de Bianca Censori, esposa de Kanye West que apareceu nua no Grammy 2025

fevereiro 4, 202568 Visitas

Adolescente e jovem de 23 anos são suspeitos de vender drogas próximo de delegacia e escola, diz polícia

dezembro 28, 202457 Visitas

Mulher desiste de acusar Jay-Z por estupro, diz revista

fevereiro 15, 202556 Visitas

Médico é suspeito de invadir carro e agredir delegado aposentado durante confusão no trânsito

setembro 19, 202438 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

imunify-bot-check