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Home»Entretenimento»Brinquedo, Pedrinho e Pikachu: saiba onde estão MCs mirins e o que mudou no mercado infantil do funk
Entretenimento

Brinquedo, Pedrinho e Pikachu: saiba onde estão MCs mirins e o que mudou no mercado infantil do funk

maio 5, 2026Nenhum comentário0 Visitas

Os MCs Brinquedo, Pedrinho e Pikachu
Montagem/g1
MC Brinquedo, um dos grandes nomes do funk de São Paulo, anunciou sua aposentadoria do funk na última sexta-feira (1º). A decisão foi divulgada num vídeo em que Vinicius Ricardo de Santos Moura fala sobre sua história com o gênero e a conversão como evangélico.
MC Brinquedo foi uma das grandes revelações do funk em São Paulo na primeira metade dos anos 2010. Ele e nomes como MC Pikachu e MC Pedrinho mudaram a cara do funk paulistano.
Se antes o funk de São Paulo era conhecido pela ostentação, por falar de carros importados e roupas de grife, novos artistas – alguns deles crianças – trouxeram letras engraçadas e também pornográficas, que falam de sexo explícito.
Vídeos em alta no g1
Uma década depois, o gênero já não revela nomes infantis e vê suas estrelas mirins se tornarem adultos com problemas em tocar carreiras que começaram meteóricas.
Onde estão os MCs crianças?
MC Brinquedo (aposentado)
Seu primeiro sucesso, “Roça Roça”, surgiu em 2014, quando tinha entre 12 e 13 anos. Mas ele cantava desde antes. Ficou conhecido pelo cabelo dividido no meio entre as cores rosa e azul.
Durante a adolescência, tentou emplacar músicas do mesmo tipo, mas não conseguiu. Após completar 18 anos, enfrentou uma depressão e deixou as redes sociais.
Em 2020, lançou o álbum “Único”, já desenhando o estilo que marcaria sua fase final da carreira: mais sério e mostrando grande potencial nas letras.
Seu último grande hit foi a participação na segunda edição do projeto “THE BOX MEDLEY FUNK”, que chegou a figurar como a música mais ouvida do país no YouTube e no Spotify em 2024.
Em entrevista ao podcast Popdah, em 2024, Brinquedo falou sobre o cansaço em viver da música.
“O Brinquedo tem muita história, muita imagem, mas não trabalharam a musicalidade dele. O Brinquedo, quando estourou, viveu muito. Eu vivia para fazer show. Fiz 12 shows numa noite. A indústria mudou”.
A aposentadoria do funk chegou aos 24 anos.
MC Pikachu
O mais velho do trio, Matheus Sampaio Correa, o MC Pikachu, hoje tem 26 anos. Seu primeiro sucesso foi “Avistei a Novinha no Grau”, também de 2014.
O funkeiro ainda emplacou outros dois sucessos na sequência: “Novinha Profissional” e “Lá No Meu Barraco”, as duas com temática sexual.
Em 2018, ele descobriu um tumor benigno no cérebro. “Fiz uma ressonância agora e deu um tumor no cérebro. Um tumorzinho”, explicou. Ele passou por uma cirurgia delicada e bem-sucedida.
Desde então, enfrenta dificuldades para retomar a carreira regularmente e fazer shows.
Em fevereiro deste ano, ele publicou um vídeo nas redes sociais anunciando que seu novo empresário seria MC Pedrinho.
MC Pedrinho
Outro sucesso da safra de 2014, “Dom Dom Dom” foi o primeiro grande hit de Pedro Maia Tempester, nascido em maio de 2002.
“’Cê é lôco’! Nem mistura em casa tinha. Sempre tive vontade de comer as coisas e quase nunca tinha”, disse ao g1 há 12 anos, falando sobre como o sucesso mudou sua vida e da sua família.
Da sua safra, MC Pedrinho foi quem mais conseguiu se manter em alta. Depois de “Dom Dom Dom” veio “Se Prepara” e “Matemática”. Ele também conseguiu ir além do funk com letras sexuais. Entre seus sucessos estão “Nosso Amor”, “Solta o Grave”, “4M No Toque”, com MC Hariel, e “5 Mentes”, com MC Davi.
Seu último grande sucesso foi “Dançarina”, de 2022. A parceria com Pedro Sampaio viralizou no TikTok.
Atualmente, Pedrinho agencia a própria carreira – e a de outros artistas, como Pikachu e seu irmão, MC Nando – por meio da produtora criada por ele, a Só Crazy.
Os MCs Brinquedo, Pedrinho e Pikachu já adultos
Montagem/g1
Por que as crianças não estão mais no funk?
O sucesso de Pedrinho, Pikachu e Brinquedo inspirou diversas crianças a tentar a ascensão social por meio da música. Mas, 10 anos depois do boom dos MCs mirins, muita coisa mudou no mundo do funk e os funkeiros menores de idade têm cada vez menos espaço.
Nomes como MC Teteu, que em 2019, aos 14 anos, fez sucesso com “Dingo Bell”, ou MC Iguinho CT, que com 13 anos estourou com “No Baile de Guarda Chuva”, são exceções.
O grande ponto de mudança nesse mercado se deu em 2015. A Justiça de São Paulo proibiu que MC Pedrinho fizesse shows.
Segundo a Justiça, os shows do MC Pedrinho “violam a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Convenção na ONU sobre os direitos da criança, notadamente pelo conteúdo das canções que interpreta, com alto teor de erotismo, pornografia, e palavras de baixo calão, incompatíveis com a condição peculiar de pessoa em desenvolvimento”.
A Justiça passou a monitorar com lupa a atuação dos MCs mirins e a GR6, empresa que na época cuidava da carreira de Pedrinho, fechou um acordo com o Ministério Público de São Paulo para que o artista só produzisse e apresentasse “conteúdos artísticos próprios às faixas etárias de crianças e adolescentes” e não fizesse shows noturnos.
Tal medida fez com que o maior ativo da empresa perdesse a chance de dar o retorno com shows – maior fonte de renda da empresa naquele período. Isso assustou o mercado e fez com que as produtoras evitassem ter crianças na lista de artistas.
Outro ponto que reduziu o espaço das crianças do mercado do funk em São Paulo é uma visão mais profissional da música.
MC Brinquedo e MC Pikachu, por exemplo, eram da KL Produtora, que tinha na sua lista de artistas nomes MC Bin Laden (hoje MC Binn) e MC Kevinho.
Sediada em uma casa com três andares na Zona Sul da capital paulista, a produtora contava com diversos estúdios com um ambiente regado de drogas recreativas e bebidas. Já adultos, os MCs chegaram a desabafar do ambiente tóxico e como aquilo influenciou suas vidas.
Quando MC Brinquedo fala que “a indústria mudou”, ele se refere a uma profissionalização que impede uma criança, por exemplo, de fazer 12 shows numa noite e demanda uma qualidade e seriedade maior também.
Esse novo parâmetro foi impedindo que crianças pudessem ocupar o mesmo palco (e ambiente) dos adultos, algo que era incentivado anos atrás e hoje é impensável.

Fonte: G1 Entretenimento

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