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Home»Entretenimento»Beyoncé, Gaga, U2… Como Es Devlin cria cenários monumentais para os maiores artistas do mundo
Entretenimento

Beyoncé, Gaga, U2… Como Es Devlin cria cenários monumentais para os maiores artistas do mundo

abril 1, 2026Nenhum comentário0 Visitas

Es Devlin: como é criar ‘esculturas’ para shows de Beyoncé, U2 e Lady Gaga
A artista britânica Es Devlin tem um trabalho difícil de descrever. Ela cria esculturas gigantescas, estruturas luminosas e tecnológicas para todo tipo de ambiente — da sala de museu aos grandes estádios.
É um trabalho de criação, imaginação e execução impressionantes. Foi Devlin quem pensou os telões cúbicos de Beyoncé na “Formation Tour” e o palco monumental da “Renaissance Tour”; e o palco tecnológico do U2 na turnê “Innocence + Experience”. Também é dela a produção do cenário de Gaga em Copacabana, hoje um dos maiores shows da história da música.
“Alguém teve um momento de vida que transformou em música, as pessoas ressoaram com aquilo e compraram um ingresso para ouvir ao vivo. Eu só tento manter essa intimidade na escala monumental. Não penso em como ficará na câmera, mas em como você se sentirá”.
Estruturas de turnês do U2, Beyoncé e The Weeknd pensadas por Es Devlin
Reprodução/Site da artista
Os shows são só uma parte: Devlin já desenvolveu projetos para desfiles de grandes marcas, peças de teatro e até eventos como as Olimpíadas. Mas agora, a britânica tem focado mais em seu trabalho autoral.
É o caso da exposição “Sou o Outro do Outro”, aberta desde o dia 15 de março na Casa Bradesco, em São Paulo. A mostra reúne obras imersivas, que brincam com espelhos, sons e imagens, convidando o público a participar — seja levando “um pedaço” da exposição consigo, ou desenhando no longo papel em branco.
É um trabalho que envolve um pouco de tudo: não só ideias inovadoras, mas algum conhecimento de engenharia, arquitetura e tecnologia. E grana, claro, para executar tudo isso.
“Trabalhamos no limite do possível. Existe o impossível, que não podemos fazer porque estamos criando coisas físicas. E existe o possível, que não queremos fazer porque já foi feito. Então, trabalhamos no limite do que é fisicamente possível”, diz.
Ao g1, Devlin explica como foi “parar” em uma atividade tão peculiar e como esse tipo de trabalho é feito. Leia abaixo:
g1 – Como você descreve o seu trabalho, nas suas palavras?
Es Devlin: Sou uma artista de Londres. Nos últimos 10 anos, minha prática artística tem se concentrado principalmente em instalações na Tate Modern, no Imperial War Museum e no Victoria and Albert Museum. Paralelamente, também trabalho com teatro, música, concertos, cerimônias olímpicas (incluindo Rio 2016 e Londres 2012), shows do intervalo do Super Bowl e desfiles de moda. Ou seja, minha prática é bastante abrangente.
g1 – Como alguém acaba fazendo o que você faz?
Es Devlin: Acho que sendo presente. Quando eu era criança, tocava muita música, desenhava muito e meus professores meio que desistiram de mim. Eles diziam: “Você nunca vai ser nada”, porque eu não queria me especializar.
Existe uma frase em inglês, “jack of all trades” (“pau para toda obra”). E você pode ser chamado de “mestre de nada”. Eu pensei que era exatamente isso que eu queria ser: estar entre tudo. Me vejo quase como uma dobradiça, um espaço intermediário, um corredor. É um lugar muito rico para se viver, no corredor.
g1 – Na prática, seu trabalho envolve não apenas pensar e criar, mas também um pouco de engenharia, arquitetura e tecnologia, certo?
Es Devlin: Isso mesmo. Trabalhamos exatamente no limite do que é possível. Existe o impossível, que não podemos fazer porque criamos coisas físicas. E existe o possível, que não queremos fazer porque já foi feito. Então, trabalhamos no limite do que é fisicamente possível.
g1 – Você costuma trabalhar com grandes artistas e bandas em palcos imensos, que todo o público está assistindo. Esta exposição é quase o oposto; o público está interagindo de perto, individualmente. Qual a diferença entre criar um e outro?
Es Devlin: Acho que o documentário mais útil sobre o que acontece em um show pop gigante é “Spirits in the Forest”, do Anton Corbijn, sobre o Depeche Mode. Ele acompanha cinco fãs fervorosos e ajuda a entender as obsessões deles: um quase morreu e a primeira lembrança ao acordar do coma foi uma música da banda; outro só vê os filhos porque toca em uma banda cover deles.
Ao assistir ao show pelos olhos deles, você entende que a música não pertence mais à banda, pertence a eles. Se multiplicar isso por 75.000 pessoas, o que acontece é uma experiência coletiva coautoriada por cada uma delas. Vejo toda performance e toda obra de arte como algo de autoria do público.
Uma pintura não existe a menos que o público a veja. Vejo uma grande continuidade entre este trabalho aqui e uma peça de estádio.
g1 – Como funciona o processo? Uma organização, como a das Olimpíadas, ou um artista vem até você com o quê?
Es Devlin: Cada vez há um convite para encontrar um terreno comum, buscar linhas de investigação que se sobrepõem. Ao ser convidada para a Casa Bradesco, no Matarazzo, sou convidada para um novo país, cultura e comunidade.
Para me envolver adequadamente, preciso pesquisar e aprender a linguagem deste edifício, desta cidade e deste país. Busco coisas em comum com a minha experiência, como um diagrama de Venn.
Procuro o lugar onde a minha pequena vida se sobrepõe à vida do Brasil, de São Paulo, do Matarazzo. Ali está o show. O mesmo acontece se for com “Hamlet” ou com a Beyoncé: há uma linha de investigação sobreposta em algum lugar.
O processo consiste em continuar desenhando círculos. Às vezes erramos, mas se continuar procurando, você sempre encontrará esse ponto de conexão porque somos todos feitos da mesma matéria.
g1 – Quanto tempo isso leva? Pode dar um exemplo, se ajudar.
Es Devlin: É muito variado. “Tristan & Isolde”, na Met Opera, em Nova York, comecei a trabalhar há quatro anos. Esta exposição, começamos há 18 meses. Já a turnê da Lady Gaga para o Coachella, recebi a ligação em fevereiro e abriu em abril.
g1 – Foi o que veio aqui para o Brasil também, né? Para o show em Copacabana? Teve alguma adaptação?
Es Devlin: Isso. Não teve nenhuma mudança, foi exatamente a mesma estrutura que veio para o show do Rio… que foi só duas semanas depois.
g1 – Sobre o público usar celulares em shows, isso mudou a forma como você cria? Você já disse que, como os shows podem ser filmados de todos os ângulos, é preciso pensar nisso.
Es Devlin: Lembro-me da primeira vez, em 2007, após a invenção do iPhone. Olhei para a arena e vi centenas daquelas coisinhas. Quando eu era criança, eram isqueiros; você usava fogo, algo elementar. Com o celular, parece que o aparelho é o público e o braço é apenas um periférico.
Penso muito sobre “centauros”: inteligência humana com tecnologia para ajudar nossa agência (como dirigir um carro) versus “centauros reversos”, onde a máquina está no comando e o humano é apenas um periférico de carne, como um entregador da Amazon.
Temos que escolher o que queremos ser. Por que queremos gravar? Não é para nós, nunca assistiremos a tudo de volta. É para o futuro? É por vício no capitalismo ou algo mais profundo, como deixar rastros de memórias para seres futuros diante de uma possível extinção? Eu não sei a resposta, mas penso muito nisso.
g1 – Então você não leva isso em consideração ao trabalhar em um palco?
Es Devlin: Na verdade, não. Penso, como sempre fiz, em como comunicar intimidade em grande escala. Como pegar a verdade do que se tenta comunicar. Nesta exposição, escrevi uma história sobre algo que vivi: um livro que li, uma vez que quase me afoguei, ou um dançarino que conheci. São verdades pessoais que quero comunicar.
Em um show pop é a mesma coisa: alguém teve um momento de vida que transformou em música, as pessoas ressoaram com aquilo e compraram um ingresso para ouvir ao vivo. Eu só tento manter essa intimidade na escala monumental. Não penso em como ficará na câmera, mas em como você se sentirá.

Fonte: G1 Entretenimento

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