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Home»Entretenimento»Jards Macalé, o dissidente provocador que brilhou à sombra do mainstream
Entretenimento

Jards Macalé, o dissidente provocador que brilhou à sombra do mainstream

novembro 17, 2025Nenhum comentário0 Visitas
Capa do álbum ‘Besta fera’, de Jards Macalé
Cafi
♫ OBITUÁRIO
♬ O título da biografia de Jards Macalé, Eu só faço o que quero, escrita por Fred Coelho e lançada em 2019, traduziu o caráter altivo, contestador e independente do artista que parte hoje, aos 82 anos, para a eternidade que almejou ao construir obra que transitou pelas margens do mainstream, na penumbra reservada aos marginalizados, aos malditos, aos gênios transgressores.
Leia mais: Jards Macalé, ‘anjo torto’ da MPB, morre no Rio.
Jards Anet da Silva (3 de março de 1943 – 17 de novembro de 2025) – Macalé para o Brasil que conheceu a obra desse singular cantor, compositor e violonista carioca, Macau para os realmente íntimos – foi a personificação musical do anjo torto do poema de Carlos Drummond de Andrade (1902 – 1987) mencionado pelo parceiro Torquato Neto na letra da música Let’s play that (1944 – 1972).
Parceiro de poetas efervescentes como Waly Salomão (1943 – 2003), colaborador fundamental de discos e/ou shows de Caetano Veloso (foi o diretor musical do cultuado álbum Transa, gravado em Londres em 1971 e lançado em 1)72, Gal Costa (1945 – 2022) e Maria Bethânia, Jards Macalé foi o dissidente que brilhou nas trevas, à sombra do mainstream.
Sob tal prisma, a imagem produzida pelo fotógrafo Cafi (1959 – 2019) para a capa do álbum Besta fera (2019), último grande título vanguardista da discografia de Macalé, foi a mais completa tradução visual do artista.
Apresentado ao Brasil como compositor em disco de 1964, na voz improvável de Elizeth Cardoso (1920 – 1990), cantora da ala tradicional que gravou Meu mundo é seu (Jards Macalé e Roberto Nascimento) no álbum A meiga Elizete nº 5 (1964), Jards Macalé logo se juntou aos revolucionários tropicalistas que organizaram o movimento do biênio 1967/1968 sem perder a autonomia criativa, a identidade como compositor e sem se prender a uma turma.
O artista iniciou a discografia solo com o EP Só morto / Burning night, editado em 1969, ano em que Macalé assombrou o público do IV Festival Internacional da Canção (FIC) com a apresentação performática de Gothan city (Jards Macalé e José Carlos Capinan, 1969), música que aludia ao estado repressor do Brasil naquele momento conturbado da história política nacional.
Desde então, Macalé nunca entrou pela porta principal da MPB. Nos anos 1970, por conta do alto teor vanguardista dos dois primeiros álbuns, Jards Macalé (1972) e Aprender a nadar (1974), foi logo jogado na vala dos malditos da MPB ao lado de outros dissidentes como Luiz Melodia (1951 – 2017) e Sérgio Sampaio (1947 – 1974).
Macalé lançou um terceiro álbum em 1977, Contrastes, sem virar o jogo mercadológico. Por isso, atravessou a década de 1980 quase sem gravar, fazendo discos temáticos com obras de compositores, casos do lapidar 4 batutas & 1 coringa (1987) e de Ismael Silva – Peçam bis (1988), este dividido com a cantora Dalva Torres (1951 – 2002).
Nos anos 1990, retomou a discografia autoral com os espaçados álbuns Let’s play that (1994) e O Q faço é música (1998), editado por selos indies. Gravado sob direção musical do pianista Cristovão Bastos e do próprio Macalé, criadores dos arranjos das 16 músicas, o álbum O Q faço é música ampliou o cancioneiro autoral do artista sem deixar cair o padrão de qualidade.
Coube ao tempo rei fazer justiça a Macalé. O álbum Jards Macalé (1972), gravado sob direção musical do próprio Macalé, arquiteto de som cheio de eletricidade, formatado com mix de rock, samba, canção, blues, jazz e baião, virou um dos títulos mais cultuados da música brasileira, sendo celebrado pelo artista no cinquentenário em 2022 com shows e reedições em LP. Nessa altura, o já supracitado álbum Besta fera recolocou Macalé na linha de frente da vanguarda brasileira.
Besta fera provocou combustão com a fricção entre a matéria-prima da obra autoral de Macalé e a alquimia sonora da turma paulistana capitaneada por Romulo Fróes (diretor artístico do disco) com Kiko Dinucci e Thomas Harres, produtores musicais do álbum.
Com o fôlego renovado, Macalé gravou álbum com João Donato (1934 – 2024), Síntese do lance (2021), disco mais de Donato do que de Macalé, e abriu o leque autoral no vigoroso Coração bifurcado (2023), último álbum de músicas inéditas do anjo torto da MPB, dono de violão de toque tortuoso.
Além dos álbuns, Macalé deixa canções já entranhadas na memória do Brasil, casos de Hotel das estrelas (Jards Macalé e Duda Machado, 1970), Mal secreto (Jards Macalé e Waly Salomão, 1971) e sobretudo Vapor barato (Jards Macalé e Waly Salomão, 1971). Músicas associadas a Gal Costa, mas também ao cantor e compositor. Sem falar em Movimento dos barcos (1971), parceria com José Carlos Capinan lançada por Maria Bethânia no show / disco Rosa dos ventos.
Com a morte de Jards Anet da Silva, parte o Jards Macalé, personagem já tornado folclórico pelo tom provocador, figura de temperamento notoriamente forte, um quase malandro que logo se enturmou com Moreira da Silva (1902 – 2000), cuja obra aliás abordou em álbum de 2001, mas que, em essência, foi mesmo um personagem de concretude atestada pela força da obra perene.
Desde 1959, ano em que fundou o duo inicialmente amador Dois no Balanço com Chiquinho Araújo, filho do maestro Severino Araújo (1917 – 2012), Jards Macalé veio para curtir com a cara dos reacionários, para desafinar o coro dos contentes, o que fez com maestria inconteste, deixando a música falar mais alto do que o artista temperamental que, irritado com o descaso de executivos da indústria fonográfica, derrubou bandejas de café em salas de gravadoras, virando a mesa. E foi assim, sem fazer o jogo, que o dissidente se tornou eterno entre luzes e sombras de obra imortal.

Fonte: G1 Entretenimento

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